Assista
a vídeo com breve, porém eficiente explicação
em Enzimas. (em Inglês)
As enzimas existem apenas
nos alimentos crus e não nos alimentos cozinhados e são
mais importantes para a nossa saúde do que vitaminas,
minerais e aminoácidos.
São também essenciais para manter
a limpeza interna do corpo. As enzimas são os catalisadores
de todas as reações químicas do organismo.
Sem eles, não há divisão
celular, funcionamento do sistema imunológico, produção
de energia nem atividade cerebral.
Existem duas variedades de enzimas no nosso
organismo, enzimas metabólicas e enzimas digestivas.
Produzimos mais de 100.000 enzimas diferentes, cada qual com
a sua tarefa.
Os alimentos crus tem exatamente a perfeita
mistura de enzimas digestivas para serem absorvidos completamente.
Estas são chamados de enzimas alimentícias.
A natureza na sua interminável perfeição
faz com que todos os alimentos quer carne, fruta ou vegetal,
se decomponham e voltem para a terra de onde vieram.
Mas cozinhar a nossa comida acima dos 45ºC
destrói as enzimas, deixando ao organismo o trabalho
de os produzir para ajudar a digestão.
Há muitos problemas derivados desta
destruição de enzimas. Primeiro, o organismo não
consegue produzir enzimas na proporção para metabolizar
a comida tão completamente como as enzimas naturais dos
alimentos crus. Isto resulta na criação de gorduras
parcialmente digeridas, proteínas e amidos que entopem
os intestinos e artérias.
A doutrina nutricional instituída prediria
uma alta incidência destas doenças, mas até
óleo de baleia cru pode ser digerida completamente se
não for cozida e por conseguinte os seus enzimas destruídos.
Mas uma vez aquecido, o óleo mais fino, a temperaturas
superiores a 45%, não poderá ser digerido completamente.
Vai entupi-lo.
Mais importante, está demonstrado que
o organismo produz uma quantidade de enzimas de forma finita
ao longo da vida.
Cada refeição cozinhada vai obrigar
a mais produção de enzimas o que esvazia a nossa
reserva finita. Uma refeição viva não causa
este esgotamento.
Isto pode explicar porque uma pessoa de 85
anos tem só um terço da produção
de enzimas que outra de 18. Envelhecer não é mais
do que ficar sem enzimas. As células param de multiplicar-se,
o sistema imunológico falha e não consegue vencer
os desafios como quando se era jovem.
A nossa reserva de enzimas é empobrecida
durante uma vida com comida cozinhada.
Em 1930 o Dr. Paul Kouchakoff descobriu
que quando comemos comida cozida o organismo ataca-a com leucócitos,
glóbulos brancos que são a pedra angular do sistema
imunológico.
Estas células trazem enzimas á
comida cozinhada na tentativa de a decomporem e livrarem-se
dela. O organismo na realidade trata os cozinhados como um invasor
estranho. Não há produção de leucócitos
quando se come comida viva.
É um tremendo fardo para o nosso organismo
produzir leucócitos e enzimas.
O pâncreas dos seres humanos e respectivos
animais domésticos é em média o dobro em
peso, dos mamíferos na natureza. Este é o resultado
direto do trabalho excessivo que criamos para produzirmos enzimas.
Não é de admirar que nos sentimos
tão cansados depois de uma refeição cozinhada.Na
realidade queimamos cerca de metade das calorias que ingerimos
só para as digerir !!!!
Na natureza os mamíferos vivem entre
oito e dez vezes o seu tempo de maturação.
Os seres humanos, animais domésticos
e criados em cativeiro que comem comida cozinhada só
vivem quatro vezes o tempo de maturação.
No famoso estudo "Pottinger" sobre
gatos, foi demonstrado que comida cozinhada resulta em vidas
mais curtas, anormalidades congênitas e eventualmente,
perda da capacidade reprodutiva. Experiências em laboratório
comprovaram que ratos alimentados a cru viveram 50% mais tempo
do que outros alimentados com alimentos cozinhados.
É incrível como os animais na
natureza conservam a sua reserva de enzimas. Se dermos a um
esquilo uma noz crua, ele não a come imediatamente mas
guarda-a, enterrando-a. Só a comerá quando a noz
germinar.
Encontraram-se sensores nos narizes dos esquilos
que conseguem identificar uma noz germinada. Crua e não
germinada a noz tem inibidores de enzimas que impedem que esta
seja digerida.
Só quando germina os inibidores são
desativados.
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